A eleição de 2026 marca a estreia de Renato Wanderley Gomes na política eleitoral. Conhecido na urna como Economista Renato Gomes, ele disputa pela primeira vez um cargo público e tenta chegar ao Governo de Mato Grosso do Sul pelo DC (Democracia Cristã). A candidatura foi deferida pela Justiça Eleitoral.
Natural de Campo Grande, Renato tem 40 anos, ensino superior completo e declarou à Justiça Eleitoral a ocupação de “capitalista de ativos financeiros”. Ele é casado, se autodeclara branco e terá Roberto Patzlaff, também do DC, como candidato a vice-governador.
Ao contrário de nomes que chegam à disputa com uma trajetória construída em mandatos anteriores, Renato não possui histórico eleitoral. É a primeira vez que seu nome aparece entre os candidatos a um cargo eletivo.
Patrimônio
No registro apresentado à Justiça Eleitoral, Renato Gomes declarou R$ 922.938,36 em bens.
A maior parcela está concentrada em imóveis. Ele declarou um apartamento no Edifício Ana Claudia, no Centro de Campo Grande, avaliado em R$ 250 mil, além de uma participação de um terço em um prédio residencial do Edifício Green Park, também na Capital, declarada em R$ 433.333,33.
Na relação de bens aparecem ainda dois veículos: um Honda HR-V Touring, ano 2018, declarado por R$ 85,5 mil, e um Toyota Etios 2019, avaliado em R$ 62 mil. O candidato também informou R$ 92.105,03 em outros bens e direitos vinculados ao Banco Inter.
Os valores correspondem às declarações apresentadas pelo próprio candidato no registro eleitoral.
Primeira disputa
A entrada de Renato na corrida pelo Governo ocorre em uma eleição que reúne oito candidatos ao Executivo estadual. Além dele, estão na disputa Daniel Lemes, Delcídio Amaral, Eduardo Riedel, Fábio Trad, Jeferson Bezerra, João Henrique Catan e Lucien Rezende.
Renato concorre em chapa do próprio DC e tem como vice Roberto Patzlaff. O limite legal de gastos para a campanha no primeiro turno é de R$ 6.226.082,16.
O candidato também apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral seu plano de governo, documento que reúne as propostas que pretende executar caso seja eleito para comandar Mato Grosso do Sul.